Toda a pressão petista agora será em cima de Edson Fachin (Veja o Vídeo)

Nesta quarta-feira (14) uma caravana de parlamentares petistas e de partidos afins, esteve com a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

O objetivo da visita era tão somente fazer pressão em prol do meliante Luiz Inácio Lula da Silva.

A ministra foi taxativa e deixou bem claro que não colocará em pauta nenhuma das ações que questionam a prisão em segunda instância.

Por outro lado, mesmo diante dos ataques petistas contra a sua honra (Veja Aqui), Cármen Lúcia deu uma aula de direito para o grupo, quase todos advogados.

O remédio jurídico para o caso de Lula é o habeas corpus, ensinou a presidente.

Como se trata de processo oriundo da Operação Lava Jato, todos os recursos vão diretamente para o relator, a quem cabe dar seguimento.

O relator da Lava Jato é o ministro Edson Fachin.

Bastaria ele levar o caso para a mesa. Habeas Corpus em tese é medida de urgência.

No caso de Lula é urgência, urgentíssima, pois o meliante está na iminência de ser preso.

Entretanto, Edson Fachin já decidiu. Ele vai aguardar que Cármen Lúcia marque a data do julgamento.

Não quer que o seu nome entre para a história como o de quem de alguma forma colaborou para a impunidade de um dos maiores criminosos que o país já conheceu.

As cartas no STF estão marcadas.

É preciso prender o meliante e aguardar para que a pressão da sociedade constranja os ministros comprometidos com a impunidade.

No vídeo abaixo, o deputado petista Wadih Damous explica para a militância do partido a aula proferida pela presidente do STF.

Veja o vídeo:





da Redação

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