Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

Finalmente o cadáver sob medida que a esquerda precisava

Todos tinham certeza, inclusive a MÍDIA mais esclarecida e honesta avisava, que a qualquer momento iria surgir um cadáver “de esquerda” para manchar a imagem da “direita”, atribuindo-lhe a autoria do crime. Todos já estavam esperando esse “espetáculo” durante a recente sessão da 8ª Turma do TRF-4, de Porto Alegre, que confirmou a condenação de Lula. Mas nada de extraordinário aconteceu. Frustração “geral”!!!

Talvez tenham achado Porto Alegre “província” demais, um local que não daria a repercussão e o impacto mundial que “eles” tanto esperavam. Melhor seria num “palco” mais conhecido no mundo, São Paulo ou Rio, por exemplo.

Pois esse “cadáver-de-esquerda” acabou surgindo logo após.  E melhor que a encomenda.  E o “palco” foi para não se botar defeito: o Rio de Janeiro.                                                                   

O assassinato, ou execução, da vereadora Marielle Franco, do PSOL/RJ, negra, de origem humilde, ativista de direitos humanos, ocorrido no Rio, dia 14.03.18, causando enorme  comoção interna e no exterior, com grande repercussão na imprensa nacional e internacional, atendeu plenamente a expectativa da previsão que se alimentava.

Normalmente na apuração de qualquer crime, a primeira questão levantada pelos investigadores é sobre “QUEM TERIA SE BENEFICIADO COM O CRIME?”.

As duas únicas hipóteses que podem ser levantadas sobre os motivos dessa execução violenta, em vista dos elementos e informações já surgidas, seriam motivos PESSOAIS (vingança, grupos criminosos descontentes com a vereadora, etc.), ou POLÍTICOS. Em princípio parece que deveriam ser descartados de plano quaisquer motivos “pessoais”, pelas características do crime.

Restaria então unicamente motivações políticas para explicar o ocorrido. É evidente que tanto na ESQUERDA, quanto na DIREITA, deveriam haver motivos para eliminá-la. Mas na direita esses motivos, mesmo que houvessem, seriam de tamanha insignificância que não valeria a pena correr o risco de cometer um brutal assassinato como esse. Que vantagem teria a direita? Eliminar um dos concorrentes adversários de pouca expressão lhe traria alguma vantagem política significativa?

Então tudo leva a crer que a morte da vereadora poderia ter o patrocínio direto ou indireto da própria esquerda, mesmo que eventualmente se utilizando de policiais assassinos com desvio de conduta, que não é regra, mas que lamentavelmente existem nessas corporações. E se isso fosse provado, confirmando as APARÊNCIAS talvez “plantadas”, seria um “prato cheio” para a esquerda, principalmente num momento em que muitas das suas lideranças estão sendo processadas na Justiça. Sem dúvida a esquerda apostou todas as suas fichas na possibilidade dessa “virada” espetacular.

A questão a ser apreciada é bem simples, portanto: quem mais se beneficiou politicamente com a morte da Vereadora Marielle?

Atrás da resposta virá o nome do mandante do assassinato.




Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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