E quando os enlutados expressam o luto depredando o patrimônio público

17/03/2018 às 17:15 Ler na área do assinante

Em algumas culturas, expressa-se a dor do luto rasgando as vestes, batendo no peito, louvando o morto, arrancando os cabelos.

Em outras, faz-se isso depredando o patrimônio público – que terá que ser restaurado com dinheiro que, certamente, seria mais bem aplicado em creches, saneamento, postos de saúde, segurança.

Talvez a grande diferença não esteja em "ser de esquerda" e "ser de direita", mas entre os que entendem o bem público como algo que pertença a todos, e por isso deva ser preservado, e os que acham que o bem público não é de ninguém, então podem fazer dele o que quiserem.

[O Palácio Pedro Ernesto, vítima dessa selvageria, é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)].

Eduardo Affonso

É arquiteto no Rio de Janeiro.

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