Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

A cara de pau do PT se “fingindo” de oposição ao governo Temer

O PT e seu ‘deus’ LULA poderiam ser eleitos com justiça plena em qualquer concurso mundial como os melhores representantes da imagem daquele sujeito que é tão “cara-de-pau” que quando se barbeia sai serragem do rosto, ao invés da barba propriamente dita.

O PMDB, que acabou retomando a sua antiga sigla, MDB, “imaginando” que mediante essa alteração estatutária de fantasia mudaria a sua imagem para melhor, e que mediante essa estratégia todos esqueceriam o que esse partido “foi” no passado recente, durante muitos anos formou um bloco único  com  o PT, na governança do Brasil, e nas relações amistosas e “negociatas políticas” dos  parlamentares desses dois partidos no Congresso Nacional.                                                                                                                                                     

Durante todo o tempo em que “estiveram juntos”, “amasiados”, o agora MDB foi pago “generosamente” pelo PT para garantir o seu apoio, com cargos públicos, posições de beneficiários no “condomínio” da roubalheira, e outros favores diversos, tornando-se, por consequência, igualmente responsável pela tragédia política e estragos diversos que fincaram raízes fundas no país, onde essa “dupla”, reforçada  pelos partidos menores, “batedores de carteira”, e  políticos   coadjuvantes - que também tiraram as suas “lasquinhas” nessa sujeira toda - montaram uma “máquina” de praticar corrupção sem paralelo na história mundial.

Com o impeachment em 2016, da então Presidente Dilma Rousseff, que havia sido  eleita em 2014, junto com Michel Temer, que foi seu “vice”, numa eleição comprovadamente  fraudada, e que por consequência acabou assumindo o lugar de Dilma após o seu impedimento, houve  de fato e de direito alguma  mudança no protagonismo governamental. O MDB assumiu a “cabeça” do Governo, a Presidência da República.

O PT não se rendeu. Perdeu a “cabeça” do Governo.  Porém manteve o mesmo poder político. Ou talvez tenha até aumentado. Todas as diretrizes políticas “plantadas” pelo PT na sua época, tanto por Lula, quanto por Dilma, foram conservadas e “regadas” cuidadosamente todos os dias pelo MDB, especialmente a influência recebida na “filosofia” governamental através do Foro San Pablo, organização informal que planeja no fundo acabar com o Brasil, fundindo-o aos demais países integrantes desse organismo  multinacional clandestino, bem como implantar na região abrangida pelo “Foro” um socialismo acrescido dos vícios e deturpações que adquiriu no banditismo político latino-americano, fundado por Lula e Fidel Castro, em 1990, onde a “mola-mestra” planejada seria a corrupção.                                                                                  

Esse tal Foro San Pablo é tão clandestino e “furtivo” que nem sede própria ou personalidade jurídica tem.  Ninguém, nenhum juiz ou tribunal, consegue colocar a mão nele para eventualmente responsabilizá-lo por qualquer ilicitude que tenha cometido, como “pessoa jurídica” (que não é). Para qualquer tentativa nesse sentido, ele é “escorregadio”, escapa igual a um muçum.                                  

Então, o MDB conseguiu a “proeza” de aperfeiçoar a política irresponsável de migrações externas iniciada pelo PT, que pode ser considerada “predatória”, contra os interesses dos brasileiros. Isso porque há que se convir que podem existir migrações externas  “construtivas”, que só trazem benefícios a um determinado país, como no caso do Brasil a daqueles imigrantes que aqui aportaram nos Séculos XVIII e XIX, e que  “coincidentemente” são os maiores responsáveis pela produção e construção econômica do país.                                                 

Ao mesmo tempo, podem existir migrações externas predatórias, que não trazem benefícios “contabilizáveis” aos países “sorteados”, pouco servindo mais que para “inchar” um país de gente e entregar-lhes de “mão-beijada” grande parte das suas riquezas produzidas pelas suas sucessivas gerações.

É verdade que todas as pessoas do mundo merecem igual respeito e consideração, sejam as originárias dos caucasoides, mongoloides ou negroides, ou de quaisquer regiões geográficas do Planeta. Por isso nenhum povo é melhor ou pior que o outro. Em suma todos são iguais.  Mas isso “em tese”.                                                                                                                                 

Contudo, os diversos povos, raças e etnias  podem ter “aptidões” diferentes. Uns são melhores que outros nisso ou naquilo, sem prejuízo de serem piores em outros aspectos. Muitos gostam mais de festas, diversões, etc. Outros preferem estudar, trabalhar e produzir.

                  

Mas, em termos de desenvolvimento econômico e melhor organização da sociedade, sempre será preferível abrir as fronteiras a imigrantes que venham para “somar” (e não “inchar”), como aqueles dos Séculos XVIII e XIX, que vieram para trabalhar e produzir muito, pegando na enxada e no “pesado” para valer, assim produzindo muita comida, progresso e desenvolvimento.

Agora impõe-se uma pergunta de certo modo constrangedora. Apesar de serem tão bons como quaisquer outros, os imigrantes trazidos PT/PMDB teriam as aptidões requeridas para as reais necessidades desenvolvimentistas e carências de capacitações do Brasil?

Finalizo perguntando ao PT, e ao seu “candidato” Lula da Silva, onde  eles arranjaram tanta “moral (?)” e “cara-de-pau” para  esse cerrado bombardeio que fazem contra o Governo Temer e o MDB, se em última análise são  “farinha do mesmo saco”, e o PT esteve na “cabeça” desse  mesmo Bloco de  Governo durante 13 anos, do total de 15, de 2003 até hoje? Ou seja, durante quase 90% de todo esse tempo?

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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