L. Oliver

Redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. Participa do grupo Empresários Associados Brasil, que identifica empresas e profissionais em busca da excelência em produtos e serviços no país e no Exterior. Criou e administra o grupo “Você tem poder para mudar o Brasil e o mundo”, de incentivo à população no combate à corrupção. https://www.facebook.com/groups/1639067269500775/?ref=aymt_homepage_panel

Neste país, onde todo dia é “primeiro de abril”, os “Pinóquios e suas mentiras” proliferam, e a verdade não tem vez

Porque a mentira é tão idolatrada e praticada, politicamente, neste Brasil?

Será que a culpa é do Gepeto, o entalhador que esculpiu o boneco Pinóquio, a partir do tronco de uma árvore?

Foi por isso, aliás, que surgiu a expressão “cara de pau”, usada para rotular os “seres mentirosos”, que infestam nossas vidas, sem mencionar que o “pau brasil” emprestou o seu nome a esta nossa terra?

Ou será que a culpada é a estrela cadente, que inspirou Gepeto a desejar que o boneco, criado por ele, tivesse vida?

A culpa não poderia ser também da “Fada Azul”, que concedeu a Gepeto o que ele desejou?

Pense bem.  A ficção “Aventuras de Pinóquio” - criada em 1883, - não pode ter inspirado a série de “inverdades” e “narizes compridos” daqueles que atuam, - e muito mal, diga-se de passagem, -  como “políticos brasileiros”?

Até porque, Pinóquio, - considerado “marionete viva”, cujo nariz cresce a cada vez que ele mente – vem sendo imitado e superado nas suas mentiras, por essas marionetes  “vivíssimas”.  Isto é, “espertíssimas”. “Ardilosíssimas”. Infinitamente mais mentirosas do que ele.

Mesmo o “Grilo Falante”, amigo de Pinóquio, foi copiado pelos que fazem “delações premiadas” na Lava Jato.

O gato e a raposa- inimigos dele, na narrativa, - são encenados pelos que formam os partidos políticos, e, inclusive, - pasmem! - uma “ordem criminosa”.

Se Carlo Collodi, autor dessa obra imortal, vivesse nos nossos dias, teria motivos de sobra para entrar com uma ação na Justiça, alegando “plágio imoralíssimo”. Ficaria, é claro, exasperado devido aos nossos “supremos conflitos judiciários”, envolvendo “marionetes mais influentes”, que, além de mentirosas, são corruptas ao extremo. E por puro prazer.

Moral desta nossa tão deprimente história: Pinóquio, o criativo boneco de madeira, que sonhava ser um menino, parecia pressentir que os seres humanos, particularmente os que chegam ao poder, acabam “pecando por mentir descaradamente”. Daí aquelas que o próprio Pinóquio, dizia.

Já os seus adeptos, – representados pela maioria política brasileira, - privilegiadamente feitos de carne e osso, ambicionaram ser e ter muito além do que mereciam, e acabaram escorregando feio no seu próprio “lamaçal de inconfessáveis mentiras”.

Isto quer dizer que Pinóquio, ao menos, serve de exemplo para conscientizarmos as nossas crianças em relação aos perigos de não dizermos a verdade.

Quanto aos tais políticos, - que astutamente se apossaram do lado negativo desse personagem, e vivem de falsas promessas e afirmações - não servem nem como protagonistas de romance barato!

L. Oliver

Redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. Participa do grupo Empresários Associados Brasil, que identifica empresas e profissionais em busca da excelência em produtos e serviços no país e no Exterior. Criou e administra o grupo “Você tem poder para mudar o Brasil e o mundo”, de incentivo à população no combate à corrupção. https://www.facebook.com/groups/1639067269500775/?ref=aymt_homepage_panel

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