Surge a primeira “queima de arquivo” do caso Marielle Franco

O general Braga Netto, comandante da intervenção federal no Rio de Janeiro, anunciou há poucos dias que a solução do caso Marielle Franco está próxima.

A expectativa do general coincide com a de outras pessoas envolvidas na investigação, que garantem que o crime está praticamente solucionado, com todos os suspeitos devidamente identificados.

Nos últimos dias, as investigações estão centradas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com diversos parlamentares sendo ouvidos.

Na sexta-feira (6) foi a vez do vereador Marcello Siciliano (PHS). O parlamentar ficou três horas na Delegacia de Homicídios.

Questionado pela imprensa, ele disse que foi convocado ‘para prestar esclarecimentos para poder ajudar na linha de investigação que estão utilizando’. Sobre Marielle, Siciliano foi sucinto: ‘grande amiga’.

Curiosamente, ou sinistramente, no domingo (8), um colaborador de Siciliano foi assassinado.

Alexandre Pereira foi executado na Zona Oeste do Rio, num reduto eleitoral do vereador, numa região dominada por milícias.

Parece não haver dúvidas de que a execução de Alexandre está ligada ao caso Marielle.

da Redação

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