Gilmar Mendes dá esta semana mais uma freada no andamento da Operação Lava Jato

Todo cuidado é pouco. Não obstante todas as derrotas que vem sofrendo em sua virulenta cruzada contra a Operação Lava Jato, o ministro Gilmar Mendes sempre representa um abominável perigo.

Gilmar é inteligente e conhece direito, diferentemente, por exemplo, de Dias Toffoli, fraquíssimo, e do próprio Lewandowski, extremamente limitado.

A intenção de Gilmar é recusar os acordos de delação premiada firmados pelo MPF com Paulo Fernando Magalhães Pinto Gonçalves, ex-assessor do ex-governador Sérgio Cabral, e Guilherme Magalhães Pinto Gonçalves.

Segundo o jornal Estadão “O ministro considerou que, da forma como foram celebradas, as colaborações não têm embasamento legal. Todos foram alvo da Operação Calicute, um braço da Lava Jato no Rio. Os dois são apontados como laranjas de Cabral. Teriam usado empresas para ajudá-lo a esconder patrimônio”.

Paulo Fernando era tido como o braço financeiro da Organização Criminosa chefiada por Cabral. Sua delação é riquíssima de detalhes.

da Redação

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