Petistas dizem que ameaças e discussão precederam os tiros. E ninguém filmou?

A tentativa do PT e de sua militância, regiamente orientada em dar conotação política aos tiros ocorridos no infame acampamento denominado ‘Marisa Letícia’ é patética.

Meras alegações, sem qualquer fundamento. Pura invencionice.

Dizem que estão acampados no local cerca de quinhentas pessoas.

A advogada Márcia Koakoski, uma das vítimas do ataque a tiros, afirmou que um bate-boca e ameaças de morte precederam o crime.

Eis o relato da petista:


“Acordei à uma e meia da manhã, com uma frenada brusca de carro. Ouvi gritos de ‘Bolsonaro presidente’, e xingamentos aos vigilantes que estavam ali, nos guardando”, contou a advogada. Em seguida, de acordo com o depoimento, os seguranças do acampamento reagiram soltando fogos de artifício para espantar os agressores. “Mas, nesse momento, um deles ameaçou o companheiro dizendo: ‘vou voltar aqui e vou te matar”.
Não há como acreditar que tudo isso tenha ocorrido, sem que um dos ocupantes do acampamento tivesse tido a iniciativa de filmar. Ninguém filmou, nem as ameaças, nem a discussão.

Tudo levar a crer que é mais uma história de ficção, criada com o objetivo de disseminar o ódio.

Aliás, na única filmagem do caso, obtida através da câmera de uma residência, só um sujeito aparece, correndo e efetuando disparos.

Certamente, não foi crime político. Foi briga de rua. Nada mais.

Veja o vídeo:

da Redação

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