Junto com o prédio de São Paulo desaba a demagogia esquerdista

04/05/2018 às 15:54 Ler na área do assinante

A catástrofe ocorrida no centro de São Paulo, com o incêndio e posterior desabamento do edifício ocupado por moradores pobres, revela de forma dura e crua, muito mais que o estilo de vida indigno da população mais desfavorecida da nação brasileira.

Esse "incidente" expõe para a população mais atenta, imune a manipulação demagógica e populista, como pessoas desonestas se aproveitam dos pobres para tirar proveito em benefício próprio.

Todos querem tirar uma lasquinha destes infelizes: ONG's e movimentos sociais, políticos de esquerda, alguns miseráveis mais espertos que os demais, religiosos mal intencionados, artistas oportunistas, imprensa sensacionalista, etc e tal.

A lista é grande e é composta por vorazes parasitas e insaciáveis abutres.

A esquerda se apoderou do "espírito humanitário e da solidariedade humana". Registraram em cartório o direito de propriedade destes sentimentos humanos.

Consideram-se os verdadeiros protetores dos pobres e dos oprimidos, são à versão mais moderna de Robin Hood no século XXI.

Mal sabem eles que já descobrimos o truque desta outrora e poderosa "mágica" que à todos enganava:

"A esquerda gosta tanto de pobre que os multiplica", já denunciava uma frase que desconheço o autor. Eles vivem às custas da miséria econômica, social, moral e ética dos menos favorecidos.

Quanto maior o número de seu "rebanho desnutrido" melhor.

Quem disse que a direita não é solidária e não se comove com a miséria e o sofrimento alheio?

Quem respondeu a própria esquerda acertou em cheio.

Em países desenvolvidos e capitalistas, como os EUA por exemplo, igrejas e grupos organizados da sociedade, o Rotary Club é um bom exemplo, fazem um belo trabalho social e comunitário.

A grande diferença existente entre a caridade realizada por esses grupos e a caridade praticada pelos "socialistas tupiniquins" é que os primeiros escolhem quem realmente merece e necessita de sua ajuda, e geralmente, suas ações são voltadas a retirar e libertar essas pessoas da pobreza; ao contrário do segundo grupo, que além de manter os indivíduos eternamente sob sua tutela e domínio, se puderem, tentam multiplicar o número de pessoas pobres e dependentes de suas "boas ações".

Finalizando: erraram os invasores, errou o Estado brasileiro e suas autoridades, erra a imprensa sensacionalista conjuntamente com os que se deixam manipular.

Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

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