O fenômeno Sérgio Moro

Que me perdoem as más línguas, mas o nosso Juiz é peça fundamental na luta entre o bem e o mal neste país.

Sob os holofotes da mídia, o juiz, escritor e professor universitário Sérgio Fernando Moro ganhou notoriedade internacional após comandar o julgamento dos crimes da Operação Lava Jato, envolvendo políticos de alto escalão.

Basta ver o caso da Petrobrás, considerado o maior esquema de corrupção já investigado e punido na nossa história.

Moro também conduziu o caso Banestado, que resultou na condenação de 97 pessoas.

Na Operação Farol da Colina, ele decretou a prisão temporária de 103 suspeitos de sonegação, formação de quadrilha, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Entre eles, Alberto Youssef, doleiro e importante empresário.

Pelo seu empenho, Moro foi convidado pela Ministra Rosa Weber, para auxiliá-la no escândalo do mensalão.

Chegou a ser indicado, em 2014, pela Associação dos Juízes Federais do Brasil para concorrer à vaga de ministro do STF, deixada por Joaquim Barbosa, e que foi preenchida pelo jurista Edson Luiz Fachin.

Moro teve várias premiações. “O Brasileiro do Ano de 2014”, pela revista Isto É. Um dos cem mais influentes do Brasil, pela revista Época. “Personalidade do Ano”, pelo jornal O Globo. O 13º maior líder mundial, pela Fortune, em março de 2016. “Pessoa do Ano” pela Câmara de Comercio Brasil Estados Unidos, em fevereiro de 2018.

Os brasileiros de bem se identificam com ele. Suas atitudes impressionam e são aplaudidas.

E tudo porque ele cumpre a sua função, focado na ética. Essa mesma ética, - Moro sabe, - que existe para trazer equilíbrio à sociedade. Por isso, as leis devem conter um sentido ético. Ou seja, devem refletir o “sentimento de justiça social”

O Juiz Moro, sem dúvida, expressa a ética que desejamos ter e, até mesmo, ver nos políticos que desprezam a verdade de que, como servidores públicos, estão onde estão para servir o povo e não para serem servidos.

É inaceitável, então, que Zanin, defensor de Lula, demonstre tanto ressentimento por esse Juiz.

Até porque o advogado tem o dever de representar os direitos do cliente, e não o seu “ódio por terceiros”. Portanto, Zanin não deveria, influenciado por aquele que vem defendendo, odiar quem usa competência, - com ética -, para decidir o que é justo, e nada mais do que justo.

O que esse mesmo Zanin não percebe é que “odiar alguém como Moro”, é “caso indefensável de inveja incontida”. Do próprio Moro e do muito que ele representa.

E não é para menos. Moro incomoda. Demais. Simplesmente porque tem sido o que cada “invejoso”, que está contra ele, gostaria de ser: “fenomenal”.

L. Oliver

Redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. Participa do grupo Empresários Associados Brasil, que identifica empresas e profissionais em busca da excelência em produtos e serviços no país e no Exterior. Criou e administra o grupo “Você tem poder para mudar o Brasil e o mundo”, de incentivo à população no combate à corrupção. https://www.facebook.com/groups/1639067269500775/?ref=aymt_homepage_panel

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