Com fundo musical, ex-guerrilheiro descreve como executava suas vítimas (Veja o Vídeo)

A eles era permitido executar, com direito a tiro de misericórdia.

O Brasil nunca, em tempo algum, teve a pena de morte legalizada. Nunca!

Logo, a ninguém é permitido matar, em qualquer circunstância, seja o carrasco de direita ou o carrasco de esquerda. Civil ou militar.

Nesse sentido, o documento da CIA - o serviço secreto americano - atribuindo ao General Ernesto Geisel ter autorizado pessoalmente a execução de opositores ao Regime Militar, durante o seu governo no período compreendido entre 1974 e 1978, foi verdadeiramente festejado pela esquerda e pelo sensacionalismo insaciável da grande imprensa, vide Rede Globo.

Pela primeira vez na história, a esquerda brasileira dá absoluta credibilidade a um documento da CIA. Uma atitude, no mínimo pusilânime.

De qualquer forma, um relato do ex-guerrilheiro Carlos Eugênio da Paz, que se diz um apaixonado por Carlos Marighella, exibido na produção "Amor e Revolução", da mesma forma é também festejado pela esquerda, com direito a fundo musical, e ignorado pela grande imprensa.

Noutras palavras, a eles era permitido executar, com direito a ‘tiro de misericórdia’, como relata Clemente, pseudônimo do ex-guerrilheiro.

Veja o vídeo e opine.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
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