Gilmar solta mais um, o operador do MDB

O objetivo claro parece ser sepultar qualquer possibilidade de delação premiada.

Assim, ao invés de matar, como sugeriu certa feita um eminente senador, solta-se o pilantra.

Milton Lyra, suposto operador do MDB está solto, com algumas restrições, mas solto...

Para Gilmar, não obstantes os fatos que mantinham Lyra são 'distantes', aconteceram há bastante tempo, não há razão para manter a prisão.

Veja esse trecho do decreto de soltura:

"Os supostos crimes são graves, não apenas em abstrato, mas em concreto, tendo em vista as circunstâncias de sua execução. Muito embora graves, esses fatos são consideravelmente distantes no tempo da decretação da prisão. Teriam acontecido entre 2011 e 2016".
O que impressiona é que todos esses casos sempre caem nas mãos de Gilmar.

da Redação

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