Juiz que PT indicou para a OEA, também falsificou documento, garante a ex-mulher

A situação do cidadão Roberto Figueiredo Caldas é cada vez mais periclitante.

O sujeito para não dividir o patrimônio de R$ 300 milhões com a ex-mulher, acabou armando para si.

Petista, atuante nos governos Lula e Dilma Rousseff, onde, pasmem, atuou na Comissão de Ética Pública da Presidência da República, foi indicado por Dilma Rousseff para a Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Roberto Caldas é acusado pela ex-mulher, Michella Pereira, do cometimento dos crimes de injúria, agressão, espancamento e ameaça de morte.

Michella diz que Caldas a agrediu de forma brutal pelo menos quatro vezes e que era comum xingá-la de "cachorra", "safada" e "vagabunda".

Ele nega as acusações, mas duas mulheres que foram funcionárias da família também o acusam de assédio sexual e ameaças de demissão.

Para ficar com a integralidade dos bens, o ex-juiz, pois acaba de renunciar ao cargo, apresentou um documento para provar que a ex-mulher não tem direito a nada – os dois, diz o papel em letras garrafais, convivem em regime de separação de bens desde fevereiro de 2005. O contrato ainda determina que os “bens móveis ou imóveis” conquistados durante o período de convivência não serão repartidos.

Michella não reconhece o documento e acusa o ex-marido de fraudar a sua assinatura.

O contrato é de abril de 2005 e só foi registrado em cartório em janeiro de 2018 – quando o casal já estava em processo de separação.

A ex-mulher aponta, como incongruências do documento, a residência identificada – uma casa que apenas foi alugada no ano seguinte – e o fato de ainda morar fora do país à época, conforme comprova o seu passaporte.

Pedro Calmon, advogado de Michella já solicitou uma perícia no documento e adianta que irá processar Roberto Calda em razão da falsificação.

“A assinatura está rasurada. Para se ter uma ideia, a assinatura da primeira página não bate com a da segunda. Há uma nítida impressão de que a assinatura foi decalcada – quando se coloca um papel sobre o nome e copia a rubrica. Essa assinatura, inclusive, não bate com o padrão usado pela Michella”.
A defesa apresenta ainda uma escritura pública declaratória de união estável firmada pelo casal em janeiro de 2006 em que não há nenhuma menção ao contrato supostamente feito no ano anterior. O documento tampouco traz detalhes sobre a divisão dos bens do casal. “Por que seriam feitos dois documentos de união estável?”, pergunta Calmon.

Fonte: Veja

da Redação

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